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PR4 - Cercanias da Freita

sábado, 1 de janeiro de 2000




Importante: Aconselhamos sempre a visitar o site oficial do percurso para informação possivelmente mais actualizada

Descrição:
O percurso inicia-se junto à capela de Stª. Maria do Monte, na freguesia de Stª. Eulália. Começamos a marcha rumando para sul, em direcção à Serra da Freita, através de um caminho que, partindo da capela, percorre o limite poente daquele lugar. Acompanhando o vale profundo do curso superior do rio Urtigosa, por entre castanheiros, carvalhos, pinheiros e eucaliptos, chegamos à aldeia da Ameixieira, com construções típicas de montanha, com telhados de lousa, algumas porém, em avançado estado de degradação.

Chegando ao topo da aldeia, atravessa-se a estrada de asfalto e por estreito carreiro atinge-se um estradão que se dirige ao lugar de Currais. Para se chegar aí, toma-se um caminho à direita, que sobe, primeiro, suavemente, e depois de passar o ribeiro, de forma mais acentuada, até atingir um estradão que se desenvolve pela curva de nível e se encaminha para os Viveiros da Granja. Deste estradão tem-se uma imponente panorâmica sobre o vale de Arouca ao fundo e sobre a Serra do Montemuro ao longe. Toma-se este estradão, à esquerda, até à antiga casa do guarda florestal e parque de merendas, envoltas no arvoredo cerrado e frondoso do chamado "Viveiro da Granja", rumando, de seguida, para Chão de Espinho. Daqui até à Granja é um pulo.


Caracteristicas:
Partida e chegada: Capela de Sta. Maria do Monte
Âmbito: Desportivo, panorâmico e ambiental
Tipo de Percurso: de pequena rota, por caminhos tradicionais e de montanha
Distância a percorrer: 13,3km - em circuito
Duração do percurso: Cerca de 3h
Nível de dificuldade: Médio, requerendo alguma prática
Desníveis: Embora com um desnível acumulado de 840 metros, este dissipa-se pela distância não havendo descendentes e ascendentes muito longas. Exceptua-se a ascendente entre a Ameixieira e o estradão dos Viveiros que, além de algo longo (cerca de mil metros), tem uma forte ascendente na sua parte final
Época aconselhada: Todo o ano

Mapa:




Sites de referência:
Percursos pedestres de Arouca
Câmara Municipal de Arouca

PR16 - Caminhada Exótica




Importante: Aconselhamos sempre a visitar o site oficial do percurso para informação possivelmente mais actualizada

Descrição:
O itinerário tem início na aldeia do Merujal. Regresse à estrada de alcatrão e vire à direita na direcção de Albergaria da Serra. De seguida, opte pelo primeiro caminho de terra, à esquerda. Irá passar por um pinhal e por uma zona de matos baixos, por entre blocos de granito.

Ao descer, repare nas árvores exóticas que vai encontrando. Chegado ao ponto mais baixo do percurso (400m), e após atravessar a linha de água, irá deparar-se com um pinhal velho, com alguns eucaliptos, exemplares imponentes debaixo dos quais se observam castanheiros, freixos, carvalhos ou pinheiros e silvados. Continue em frente até encontrar um primeiro desvio à direita. Aí inicia-se a subida através de uma área de regeneração espontânea de vegetação, após um incêndio cujos vestígios ainda se fazem notar.


Caracteristicas:
Distância a percorrer: 9 km em circuito
Nível de Dificuldade: Baixo/Médio, requerendo alguma prática
Desníveis: Mediamente acentuados, com um grande ascendente e um grande descendente
Tipo de caminho: Estradão e caminho tradicional; inicialmente com pedras soltas Depois regular e sempre bem definido; na parte final algum asfalto


Mapa:




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Percursos pedestres de Arouca
Câmara Municipal de Arouca

PR15 - Viagem à Pré-História




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Descrição:
O percurso inicia-se na aldeia do Merujal. Segue pela estrada nova, em asfalto até ao Parque de Campismo. Logo após o Parque de Merendas segue pelo trilho da direita até Albergaria da Serra. No cemitério desta aldeia segue por um pequeno carreiro que se apresenta pela sua esquerda, paralelo com o lindíssimo rio Caima até ao Junqueiro. Junto ao muro segue as marcas no trilho bem definido até ao chamado Vidoeiro.

Aqui é tempo de descansar um pouco. A agradável e abundante sombra proporcionada pelas "Bétulas" convida a uma pausa e eventual lanche. Continua o trilho pela direita, passando pela Manoa da Portela da Anta à sua direita e pouco depois, envereda por um carreiro à esquerda numa distância considerável. Atravessa a estrada principal de asfalto e segue pela direita até à Mamoa do Monte Calvo. Ai toma o carreiro da direita, em pleno monte, até à aldeia da Castanheira. Chegando à aldeia visite as "Pedras Parideiras" e pare um pouco para se familiarizar com a população. Atravessa os campos da aldeia e sobe a encosta até à aldeia tradicional dos Cabaços. Passando a estrada principal para a Zona de Lazer, atravessa a ponte em madeira até um carreiro rodeado de muros que segue pela esquerda até à aldeia da Mizarela.


Caracteristicas:
Inicio e final: aldeia de Merujal (Serra da Freita)
Tipo de percurso: circular
Distância: cerca de 17km.
Duração aprox.: 5/6 horas
desníveis: Merujal> 874 > 928 > 962 > 1033 > 1012 > 976 > 1009 > 900 > 966 > 927 > 942 > 915 > 945 > 874 Merujal
Dificuldade: média/alta
Tipo de caminho: caminhos tradicionais

Mapa:



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Percursos pedestres de Arouca
Câmara Municipal de Arouca

PR14 - Aldeia Mágica




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Descrição:
Partindo da capela, siga em frente, passando pelo meio da povoação. Vire no primeiro desvio à esquerda. Caminhe cerca de 100 metros entre muros de pedra que delimitam as hortas, até atravessar uma ponte sobre a Ribeira de Regoufe. Inicie o percurso por um carreiro do lado direito, marcado por uma subida de elevada inclinação, rodeada por mato e silvados, alguns carvalhos e, por vezes, eucaliptos e pinheiros. A meio da íngreme subida passará por um conjunto de castanheiros vetustos, de troncos ocos, marca da sua longevidade. Já no topo, deixe-se surpreender pela beleza e imensidão da paisagem.

Continue por um trilho à esquerda, envolto numa paisagem agreste de montes ondulados cobertos por um manto de montes baixos. Em breve, avistará, incrustada num vale fundo, a aldeia de Drave. É por entre xistos que se fará a descida.


Caracteristicas:
Distância a percorrer: 8 km: 4 km de ida e 4 km de volta
Nível de Dificuldade: Baixo
Desníveis: Pouco acentuados, sendo inicialmente ascendente e depois suavemente descendente até Drave

Mapa:


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Percursos pedestres de Arouca
Câmara Municipal de Arouca

PR13 - Na Senda do Paivô




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Descrição:
As grandes lajes que acamam o caminho e que seguem em direcção a Covêlo de Paivó, o lugar de destino, estão profundamente marcadas pelo desgaste das incontáveis passagens dos carros de bois, a lembrar histórias já esquecidas.

Ao fim de cerca de dois quilómetros a ribeira de Regoufe junta-se ao rio Paivó, que irá acompanhá-lo até Covêlo de Paivó. Estas linhas de água marcam fortemente toda a paisagem ao longo do percurso, sulcando um vale de grande beleza.


Caracteristicas:
Distância a percorrer: 9 km: 4,5 km de ida e 4,5 km de volta
Nível de Dificuldade: Baixo
Desníveis: Pouco acentuados, sendo descendente até Covêlo
Tipo de caminho: Tradicional, lageado e bem definido

Mapa:




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Percursos pedestres de Arouca
Câmara Municipal de Arouca

PR8 - Rota do Ouro Negro




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Descrição:
No local onde se inicia o percurso aflora o mesmo tipo de rocha em que assenta a vila de Arouca, designada por Quartzodiorito de Arouca, e que possui características muito semelhantes às de um granito. É sobre esta rocha magmática que percorremos o troço inicial da rota. A sua ocorrência destaca-se na paisagem pela presença de blocos arredondados, resultantes de fenómenos de meteorização e erosão do maciço rochoso. Os blocos mais resistentes às alterações físico-químicas a que o maciço está sujeito são os que persistem na paisagem.

Os blocos de quartzodiorito apresentam-se com uma forma arredondada, fruto de um fenómeno conhecido por disjunção esferoidal da rocha. Esta resulta da fragmentação em camadas concêntricas, da periferia para o centro, resultando daí a denominada disjunção em casca de cebola. Ao longo do temo, o bloco torna-se mais pequeno e arredondado, com a progressiva libertação das escamas mais externas.


Caracteristicas:
Partida: Fuste (freguesia de Moldes)
Chegada: Rio de Frades (freguesia de Cabreiros)
Tipo de percurso: pequena rota por trilhos de montanha
Distância a percorrer: 6000 metros
Duração do percurso: 2,30 horas
Nível de dificuldade: médio/baixo
Desníveis: pouco significativos
Época aconselhada: todo o ano

Mapa:




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Câmara Municipal de Arouca
Folheto oficial

PR7 - Nas Escarpas da Mizarela




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Descrição:
Este percurso inicia-se no parque de lazer fronteiro ao parque de campismo do Merujal, através de um caminho que se dirige à Mizarela.

Chegando à Mizarela, passa-se pelo miradouro e prossegue-se descendo pela estrada de acesso à aldeia da Ribeira. 300 metros abaixo do miradouro, vira-se à esquerda, por um carreiro, entre um carvalhal, com vista soberba sobre a Frecha da Mizarela.

Seguindo este carreiro, toca-se mais a baixo, numa curva, a referida estrada de acesso à aldeia da Ribeira que, logo de seguida, se deixa para continuar por outro carreiro, que desce abruptamente por entre escarpas com a bela cascata da ribeira da Castanheira, do lado de lá, em escadaria.


Caracteristicas:
Total do percurso: 8.000 metros
Duração do Percurso: 3h30m
Desníveis: Descidas e subidas de forte inclinação
Nível de dificuldade: Médio/Alto
Altitudes:
Parque de Campismo – 890m
Mizarela – 915m
Miradouro natural – 800m
Ribeira – 650m
Escola de Escalada – 960m
Desníveis acumulados – 680m
Partida e chegada: Parque de campismo do Merujal

Mapa:




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Câmara Municipal de Arouca
Folheto oficial

PR5 - Rota das Tormentas




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Descrição:
Devido ao incêndio de Agosto de 2005 e dado o cenário totalmente calcinado, a nudez da paisagem e a falta de marcações, temporariamente não se aconselha fazer este percurso.
Após a total regeneração, ainda que parcial, da vegetação, será feita a reformulação, remarcação e devida divulgação do percurso.

O PR "Rota das Tormentas", inicia-se junto à capela de Silveiras. Está marcado nos dois sentidos sendo assim possível iniciá-lo em Janarde e fazer a ascensão até Silveiras. Neste sentido, o nível de dificuldade aumenta de moderado/ difícil para muito difícil ou "tormentoso", se bem que contornando sempre o Alto das Tormentas. O percurso é de travessia e não havendo transporte de recolha no final, o regresso deve ser feito pelo mesmo caminho, em sentido inverso, pelo que temos que contar com uma subida bastante acentuada e no total com o dobro de quilómetros.

Começando a descer até à ribeira de Silveiras e depois do atravessamento desta, inicia-se a subida. Primeiro por um caminho de calçada, depois por trilhos de montanha até ao ponto mais alto do percurso: à portela Malhada com 646 metros de altitude.


Caracteristicas:
Partida: Junto à Capela de Silveiras
Chegada: Aldeia de Janarde
Âmbito: Desportivo, cultural, ambiental e paisagístico
Tipo de Percurso: Linear, por caminhos tradicionais sendo alguns de calçada, especialmente junto às aldeias. Trilhos de montanha e alguns estradões
Distância a percorrer: 16,2km: 8,1km de ida e 8,1km de volta
Duração do percurso: Cerca de 6h: 3h de ida e 3h de volta
Nível de dificuldade: Médio/Alto
Altitudes:
- Máxima: Portela Malhada - 646
- Mínima: Rio Paiva - 200m
Desníveis:
- Silveiras à Ribeira de Silveiras: descendente moderado (593<510)>646)
- Da Portela Malhada a Cortegaça: descendente de moderado a forte (646<500)>374)
- Da Portela a Janarde: descendente suave (374<218) style="font-weight: bold;">Época aconselhada: Todo o ano

Mapa:




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PR6 - Caminho do Carteiro




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Descrição:
Para quem fizer o PR "Caminho do Carteiro" sem prever transporte de recolha no final, o regresso deve ser feito pelo mesmo caminho, em sentido inverso. É no pequeno largo da velha aldeia tradicional de Rio de Frades que faremos a descrição deste percurso. Se se pretende mais fácil estacionamento, deve começar-se cerca de 1 Km antes, junto ao cemitério do lugar, por ser extremamente exíguo o espaço daquele largo. A distância deste segundo local até ao dito largo vence-se através de uma estrada asfaltada muito estreita mas sem desníveis significativos e muito panorâmica.

Daí, continua-se, também em asfalto, por apertada via até às antigas instalações das minas de volfrâmio, onde hoje existe um pequeno núcleo habitacional alojado em parte do que resta daquelas instalações. Pouco antes do fim do asfalto, toma-se, à esquerda, o antigo caminho que inicia a subida para Cabreiros.


Caracteristicas:
Partida: Largo da Aldeia de Rio de Frades
Chegada: Junto à carreira de moinhos de Tebilhão
Âmbito: Desportivo, panorâmico e ambiental
Tipo de Percurso: de pequena rota, linear, por caminhos tradicionais e de montanha
Distância a percorrer: 14km: 7km de ida e 7km de volta
Duração do percurso: Cerca de 4h: 2h de ida e 2h de volta
Nível de dificuldade: Alto
Distâncias entre os pontos mais significativos:
- De Rio de Frades a Cabreiros - 3300m
- De Cabreiros a Tebilhão - 2000m
- De Tebilhão à Carreira de Moinhos - 700m
Altitudes:
- Cemitério de Rio de Frades - 350m
- Rio de Frades - 350m
- Cabreiros - 730m
- Rio Pequenino (ponte entre Cabreiros e Tebilhão) - 660m
- Tebilhão (Carreira dos Moinhos) - 815m
- Mínima: Rio Paiva - 200m
Época aconselhada: Todo o ano
Desníveis:
- Silveiras à Ribeira de Silveiras: descendente moderado (593<510)
- Ribeira de Silveiras à Portela Malhada: ascendente moderado a forte (510>646)
- Da Portela Malhada a Cortegaça: descendente de moderado a forte (646<500)
- Do estradão da cumeada a Meitriz/Rio Paiva: descendente forte (581<200)
- Do Rio Paiva à Portela: ascendente moderado (200>374)
- Da Portela a Janarde: descendente suave (374<218)
Época aconselhada: Todo o ano

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PR2 - Caminhos do Vale do Urtigosa




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Descrição:
O PR2 "Caminhos do Urtigosa" todo ele nas freguesias de Urrô e de Rossas, pode iniciar-se por ser um circuito, em qualquer uma das localidades por onde passa. No entanto, pela proximidade à EN - 224 e pela facilidade de estacionamento junto à Igreja Matriz de Rossas faremos a sua descrição a partir da mesma.

Iniciando então, aqui, a nossa marcha, rumando-se ao lugar de torneiro, depois de atravessado o rio Urtigosa e um dos seus maiores afluentes: o ribeiro Escaiba. Nesta parte do percurso podemos observar moínhos ainda em funcionamento, uma bela cascata no ribeiro, além de uma luxuriante vegetação ripícula, da qual se destaca o feto real.

Depois de Torneiro iniciamos suave subida por um estradão florestal, aparecendo-nos à esquerda. Depois da curva, um trilho que acompanha a antiga e lendária Levada, da qual pouco resta a não ser alguns vestígios de canos enterrados no seu leito.


Caracteristicas:
Partida e Chegada: Igreja Matriz de Rossas
Âmbito: Desportivo, cultural, ambiental e paisagístico
Tipo de Percurso: De pequena rota, por caminhos rurais, tradicionais e de montanha
Distância a Percorrer: 11 kms em circuito
Duração do Percurso: Cerca de 4 horas
Nível de Dificuldade: Baixo/Médio
Desníveis: um desnível ascendente e um descendente, ambos moderados
Altitudes: Rossas (247m); Póvoa (500m); Souto Redondo (465m); Lourosa de Matos (400m);
Época Aconselhada: Todo o ano, especialmente no Verão, sendo 80% do percurso feito à sombra

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PR3 - Caminhos do Sol Nascente




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Descrição:
Percurso com a marcação em devidas condições, mas com um problema da queda de uma ponte. Passados 900 metros da aldeia de Vila Cova, deixando a estrada de asfalto, aparece uma pequena ponte de arco, antes de entrar no caminho para Póvoa e Friães. Essa ponte sofreu um desmoronamento de terra e pedra, não oferecendo condições de segurança para ser atravessada. Até a situação estar resolvida, aconselhamos os pedestrianistas a seguirem mais alguns metros na estrada de asfalto, até um caminho onde devem virar à direita, indo ao encontro do mesmo caminho que os leva à aldeia da Póvoa.

O PR3 "Caminhos do Sol Nascente" é um percurso de pequena rota, com cerca de 13 kms, circular, com um pequeno ramal de acesso à Igreja Matriz de Moldes, onde se inicia.
Por ser circular pode ser iniciado em qualquer dos lugares por onde passa e em qualquer sentido, mas por a subida de Moldes para Bustelo ser mais suave é por aqui que faremos a sua descrição.


Caracteristicas:
Partida e Chegada: Igreja Matriz de Moldes
Âmbito: Desportivo, cultural, ambiental e paisagístico
Tipo de Percurso: De pequena rota, por caminhos rurais, tradicionais e de montanha
Distância a Percorrer: 13 kms em circuito
Duração do Percurso: Cerca de 5 horas
Nível de Dificuldade: Baixo/Médio
Desníveis: um desnível ascendente e um descendente, ambos moderados
Altitudes: Moldes (450m); Bustelo (625m); Espinheiro (730m); Estradão (877m); Fuste (570m); Póvoa (400m)
Época Aconselhada: Todo o ano, especialmente no Verão, sendo 70% do percurso feito à sombra

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PR 1 - Caminhos do Montemuro




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Descrição:
Após a implantação do parque eólico na Serra do Montemuro, têm surgido alguns estradões que dificultam a orientação em alguns pontos do trilho. Para minimizar este problema até à rectificação das marcações, chama-se a atenção a todos os pedestrianistas que pretendem fazer este percurso para algumas alterações.

Quando chega ao planalto de S. Pedro do Campo, consegue avistar uma extensa encosta até ao parque eólico. Neste ponto pode optar por duas situações: envereda à esquerda por um caminho mal definido no início, em direcção à cumeada do parque, mais especificamente até ao ponto mais alto do Concelho, Marco Geodésico da “Pedra Posta”. Este caminho é alternativo ao percurso indicado no folheto.


Caracteristicas:
Partida e Chegada: Sra do Monte, Alvarenga
Âmbito: Desportivo, cultural, ambiental e paisagístico
Tipo de Percurso: De pequena rota, por caminhos rurais e de montanha
Distância a percorrer: 19km - circular
Duração do percurso: Cerca de 6h
Nível de dificuldade: Médio/alto
Desníveis: Um grande desnível ascendente e um grande desnível descendente
Época aconselhada: Todo o ano

Mapa:




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Percursos pedestres de Arouca
Câmara Municipal de Arouca